Pneumáticos observados: medido em milimetros

Altura do rasto dos pneumáticos observados, medida em mm - LigeirosPneus traseiros: medido em milimetros

Altura dos pneus traseiros, medida em mm - LigeirosPneus dianteiros: medido em milimetros

Altura dos pneus dianteiros, medida em mm - Ligeiros

Diferença entre os pneus do mesmo eixo:

  • Dianteiro:

Diferença entre os pneus do mesmo eixo - dianteiro - Ligeiros

  • Traseiro:

Diferença entre os pneus do mesmo eixo - traseiro - Ligeiros

Eixo com maior profundidade:

Eixo com maior profundidade - LigeirosDos 1.091 veículos observados, apenas 0,91% apresentaram pneus com altura do rasto inferior ao mínimo legal de 1,6mm.

Cerca de 7% dos veículos apresentaram com altura dos rastos inferior a 2,5mm e superior a 1,6mm, o que significa que se aproxima a necessidade de os trocar.

Em cerca de 40% dos veículos, existem diferenças de altura do rasto nos pneus do mesmo eixo superior a 0,5mm, o que não se considera aconselhável do ponto de vista da segurança.

Estas observações, feitas em parques de estacionamento de supermercados, apresentam uma percentagem de mulheres condutoras (36,4%) superior à generalidade das restantes observações.

Relação entre a pressão recomendada pelo fabricante e a pressão verificada:

  • Nos pneus:

Relação entre a pressão recomendada pelo fabricante e a pressão verificada nos pneus - Ligeiros

  • No eixo dianteiro:

Relação entre a pressão recomendada pelo fabricante e a pressão verificada no eixo dianteiro

  • No eixo traseiro:

Relação entre a pressão recomendada pelo fabricante e a pressão verificada no eixo traseiroDiferença de pressão no mesmo eixo:

  • Dianteiro:

Diferença de pressão no mesmo eixo - dianteiro

  • Traseiro:

Diferença de pressão no mesmo eixo - traseiro - Ligeiro

Periodicidade da verificação da pressão dos pneus

Periodicidade da verificação da pressão dos pneus

Apenas cerca de metade dos veículos ligeiros circula com a pressão dos pneus perto da recomendada (diferenças inferiores a 10%), enquanto um pouco mais de 10% circula com pressões significativamente diferentes das recomendadas (diferenças superiores a 30%).

Cerca de 3% dos veículos, relativamente ao eixo dianteiro, e 4% relativamente ao eixo traseiro, circula com diferenças de pressão superiores a 30% mno mesmo eixo, o que consideramos particularmente perigoso, nomeadamente a curvar e a travar.

Apenas 1 em cada 5 condutores afirma verificar a pressão dos pneus mensalmente, considerado tecnicamente como o mínimo aceitável.