Foram efetuadas 1091 observações, com uma margem de erro de 2,88%. Verificou-se que dos 1091 veículos observados, 670 (63,6%) eram condutores do sexo masculino e 384 (36,4 %) eram elementos do sexo feminino. Não se identificou o sexo em 37 condutores.

 Profundidade dos pneus dianteiros por sexo do condutor
Sexo Direito Esquerdo
< 1,59 1,6 a 2,49 ≥2,5 Total < 1,59 1,6 a 2,49 ≥2,5 Total
N % N % N % N % N % N %
Masculino 9 1,4 48 7,2 606 91,4 663 3 0,4 36 5,4 628 94,2 667
Feminino 7 1,8 33 8,7 340 89,5 380 3 0,8 23 6,0 358 93,2 384
Total 16 1,5 81 7,8 946 90,7 1043 6 0,6 59 5,6 986 93,8 1051


Verificou-se que dos 1091 veículos observados, 1,5% apresentava uma profundidade inferior a 1,6 no pneu direito dianteiro e 0,6% apresentava uma profundidade inferior a 1,6 no pneu esquerdo dianteiro. A maioria dos condutores apresentava nos pneus dianteiros (direito e esquerdo) uma profundidade superior a 2,5.

Dos condutores do sexo masculino apenas 1,4% e 0,4% apresentavam nos pneus dianteiros, direito e esquerdo, uma profundidade inferior a 1,6, respetivamente. Nas mulheres apenas 1,8% e 0,8% apresentavam nos pneus dianteiros, direito e esquerdo, uma profundidade inferior a 1,6, respetivamente.

 Profundidade dos pneus traseiros por sexo do condutor
Sexo Direito Esquerdo
< 1,59 1,6 a 2,49 ≥2,5 Total < 1,59 1,6 a 2,49 ≥2,5 Total
N % N % N % N % N % N %
Masculino 3 0,5 55 8,3 605 91,3 663 4 0,6 43 6,5 619 92,9 666
Feminino 5 1,3 37 9,7 338 88,9 380 4 1,0 30 7,8 349 91,1 383
Total 8 0,8 92 8,8 943 90,4 1043 8 0,8 73 7,0 968 92,3 1049


 Verificou-se que dos 1091 veículos observados, 0,8% apresentava uma profundidade inferior a 1,6 em ambos os pneus traseiros (direito e esquerdo). A maior parte dos condutores apresentava nos pneus traseiros (direito e esquerdo) uma profundidade superior a 2,5.

Nos condutores do sexo masculino, apenas 0,5% e 0,6% apresentavam nos pneus traseiros, direito e esquerdo, uma profundidade inferior a 1,6, respetivamente. Nas mulheres apenas 1,3% e 1,0% apresentavam nos pneus traseiros, direito e esquerdo, uma profundidade inferior a 1,6, respetivamente.

 Diferença de profundidade no mesmo eixo por sexo do condutor
Sexo Dianteiro Traseiro
< 0,49 ≥0,5 Total < 0,49 ≥0,5 Total
N % N % N % N %
Masculino 412 61,5 258 38,5 670 421 62,8 249 137,2 670
Feminino 223 58,1 161 384 384 232 60,4 152 39,6 384
Total 635 60,2 419 39,8 1054 653 62,0 401 38,0 1054

Em relação à diferença de profundidade no mesmo eixo, nos 1091 veículos observados, apurou-se que 60,2% e 62,0% apresentavam uma diferença inferior a 0,5 no eixo dianteiro e traseiro, respetivamente.

Constatou-se que 61,5% dos condutores do sexo masculino tinham veículos com uma diferença de profundidade inferior a 0,5 no eixo dianteiro e 62,8% no eixo traseiro. Em relação aos condutores do sexo feminino, essas percentagens foram de 58,1% no eixo dianteiro e 60,4% no eixo traseiro, respetivamente.

 Conjunto com maior profundidade, por sexo do condutor
Sexo Profundidade maior no eixo dianteiro Profundidade igual nos dois eixos Profundidade maior no eixo traseiro Total
N % N % N %
Masculino 339 50,7 2 0,3 328 49,0 669
Feminino 215 56,1 0 0,0 168 43,9 383
Total 554 52,7 2 0,2 496 47,1 1052

Verificou-se que dos 1091 veículos observados, 52,7% possuía uma profundidade maior no eixo dianteiro, 0,2% possuía uma profundidade igual nos dois eixos e 47,1% possuía uma profundidade maior no eixo traseiro.  Foram encontradas ligeiras diferenças entre sexos: 50,7% dos veículos conduzidos por homens apresentaram uma profundidade superior no eixo dianteiro, assim como 56,1% dos veículos conduzidos por mulheres.

Analisou-se depois as diferenças entre a pressão pneumática recomendada pelo construtor do automóvel e as encontradas nas observações realizadas.

 Diferença de pressão no pneu dianteiro direito por sexo
Sexo < 10% Entre 10% e 30% ≥30% Total
N % N % N %
Masculino 346 51,6 252 37,6 72 10,7 670
Feminino 197 51,3 149 38,8 38 9,9 384
Total 543 51,5 401 38,0 110 10,4 1054

Dos 1091 veículos observados, verificou-se que 51,5% apresentavam uma diferença de pressão no pneu dianteiro direito inferior a 10%, 38,0% entre 10% a 30% e 10,4% superior a 30,0%, relativamente ao recomendado. Verificaram-se percentagens semelhantes na distribuição por sexo.

 Diferença de pressão no pneu dianteiro esquerdo por sexo
Sexo < 10% Entre 10% e 30% ≥30% Total
N % N % N %
Masculino 357 53,3 255 38,1 58 8,7 670
Feminino 202 52,6 155 40,4 27 7,0 384
Total 559 53,0 410 38,9 85 8,1 1054

Verificou-se também que 53,0% apresentava uma diferença de pressão no pneu dianteiro esquerdo inferior a 10%, 38,9% entre 10% e 30% e 8,1% superior a 30,0%, relativamente ao recomendado. Verificaram-se percentagens semelhantes na distribuição por sexo.

 Diferença de pressão no pneu traseiro direito por sexo
Sexo < 10% Entre 10% e 30% <30% Total
N % N % N %
Masculino 336 50,1 257 38,4 77 11,5 670
Feminino 184 47,9 160 41,7 40 10,4 384
Total 520 49,3 417 39,6 117 11,1 1054

Verificou-se também que 49,3% apresentava uma diferença de pressão no pneu traseiro direito inferior a 10%, 39,6% entre 10% e 30%, e 11,1% superior a 30,0%, relativamente ao recomendado. Verificaram-se percentagens semelhantes na distribuição por sexo.

 Diferença de pressão no pneu traseiro esquerdo, por sexo
Sexo < 10% Entre 10% e 30% <30% Total
N % N % N %
Masculino 332 49,6 262 39,1 76 11,3 670
Feminino 170 44,3 173 45,1 41 10,7 384
Total 502 47,6 435 41,3 117 11,1 1054

Verificou-se que 47,6% apresentava uma diferença de pressão no pneu traseiro esquerdo inferior a 10%, 41,6% entre 10% e 30%, e 11,1% superior a 30,0%, relativamente ao recomendado. Verificaram-se percentagens semelhantes na distribuição por sexo.

 Diferença de pressão no eixo dianteiro, por sexo
Sexo < 10% Entre 10% e 30% <30% Total
N % N % N %
Masculino 577 86,5 68 10,2 22 3,3 667
Feminino 328 86,3 41 10,8 11 2,9 380
Total 905 86,4 109 10,4 33 3,2 1047

No que diz respeito à diferença de pressão entre os pneus do eixo dianteiro, apurou-se que 86,4% dos veículos apresentavam uma diferença inferior a 10%, 10,4% entre 10% e 30% e 3,2% diferenças superiores a 30%. Verificaram-se percentagens semelhantes na distribuição por sexo.

 Diferença de pressão no eixo traseiro, por sexo
Sexo < 10% Entre 10% e 30% <30% Total
N % N % N %
Masculino 567 85,1 77 11,6 22 3,3 666
Feminino 309 81,3 51 13,4 20 5,3 380
Total 876 83,7 128 12,2 42 4,0 1046

No que diz respeito à diferença de pressão entre os pneus do eixo traseiro, apurou-se que 83,7% dos veículos apresentavam uma diferença inferior a 10%, 12,2% entre 10% e 30% e 4,0% diferenças superiores a 30%. Verificaram-se percentagens semelhantes na distribuição por sexo.

 Frequência de observação da pressão dos pneus, por sexo
Sexo 1 vez por mês 2 em 2 meses 3 em 3 meses 6 em 6 meses 1 vez por ano Não sabe/Nunca Total
N % N % N % N % N % N %
Masculino 158 25,1 143 22,7 169 26,9 84 13,4 41 6,5 34 5,4 629
Feminino 50 14,3 48 13,8 90 25,8 60 17,2 36 10,3 65 18,6 349
Total 208 21,3 191 19,5 259 26,5 144 14,7 77 7,9 99 10,1 978

Num total de 1091 condutores inquiridos, 26,5% afirmou medir a pressão dos pneus de 3 em 3 meses, 21,3% uma vez por mês, 19,5% de 2 em 2 meses, 14,7% de 6 em 6 meses, 10,1% afirmou nunca ou não saber e 7,9% uma vez por ano.

Dos 629 condutores do sexo masculino, 26,9% afirmaram medir a pressão dos pneus de 3 em 3 meses, 25,1% de uma vez por mês, 22,7% de 2 em 2 meses, 13,4% de 6 em 6 meses, 6,5% uma vez por ano e 5,4% afirmou não saber ou nunca medir a pressão dos pneus.

 Dos 349 condutores do sexo feminino, 26,5% afirmaram medir a pressão dos pneus de 3 em 3 meses, 18,6% não saber ou nunca, 17,2% de 6 em 6 meses, 14,3% uma vez por mês, 13,8% de 2 em 2 meses e 10,3% uma vez por ano. Não responderam à questão 113 condutores.

 Observação da pressão dos pneus, por sexo
Sexo Mecânico Familiar Próprio Não sabe/Nunca Total
N % N % N % N %
Masculino 25 4,9 4 0,8 449 88,2 31 6,1 509
Feminino 18 6,1 21 7,1 223 75,9 32 10,9 294
Total 43 5,4 25 3,1 672 83,7 63 7,8 803

Dos 1091 condutores inquiridos, 672 (83,7%) condutores afirmaram ser o próprio a medir a pressão dos pneus, 63 (7,8%) afirmou não saber ou nunca medir, 43 (5,4%) afirmou ser o mecânico e 25 (3,1%) afirmou ser um familiar.

Dos 509 condutores do sexo masculino, 88,2% afirmou ser o próprio a medir a pressão dos pneus, 6,1% não sabe ou nunca mediu a pressão dos pneus, 4,9% afirmou que era o mecânico que fazia essa leitura e apenas 0,8% afirmou ser um familiar. Em relação aos 294 condutores do sexo feminino, 75,9% afirmou ser a própria a medir a pressão dos pneus, 10,9% afirmou não saber ou nunca medir, 7,1% afirmou que era um familiar e 6,1% afirmou ser o mecânico a realizar a medição da pressão dos pneus. Não responderam à questão 288 condutores.

 Última verificação da pressão dos pneus por sexo
Sexo 15 dias 1 mês 1-3 meses 3-6 meses Mais de 6 meses Não sabe/Nunca Revisões Outras Total
N % N % N % N % N % N % N % N %
Masculino 172 33,8 139 27,3 58 11,4 39 7,7 26 5,1 31 6,1 2 0,4 42 8,3 509
Feminino 62 21,1 86 29,3 34 11,6 17 5,8 11 3,7 32 10,9 7 2,4 45 15,3 294
Total 234 29,1 225 28,0 92 11,5 56 7,0 37 4,6 63 7,8 9 1,1 87 10,8 803


Dos 1091 condutores inquiridos, 29,1% verificou a pressão dos pneus nos últimos 15 dias, 28,0% no último mês, 11,5% entre 1 e 3 meses, 10,8% noutras ocasiões, 7,8% nunca ou não sabe, 7,0% entre 3 e 6 meses, 4,6% há mais de 6 meses e 1,1% na revisão.

Dos 509 condutores do sexo masculino, 33,8% verificou a pressão nos últimos 15 dias, 27,3% no último mês, 11,4% entre 1 e 3 meses, 8,3% noutras ocasiões, 7,7% entre 3 e 6 meses, 6,1% nunca ou não sabe, 5,1% há mais de 6 meses e apenas 0,4% na revisão. Dos 294 condutores do sexo feminino, 29,3% verificou a pressão no último mês, 21,1% nos últimos 15 dias, 15,3% noutras ocasiões, 11,6% entre 1 a 3 meses, 10,9% nunca ou não sabe, 5,8% entre 3 e 6 meses, 3,7% há mais de 6 meses e 2,4% na revisão.